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COMO ESTUDAR UM IDIOMA?
É melhor ter aulas com um professor nativo ou não?
Professores nativos e não-nativos são capazes de proporcionar um excelente aprendizado. As estratégias de ensino adotadas são diferentes, pois a vivência do idioma de cada um deles é diferente.
Ambas estratégias atingem o mesmo resultado: proficiência linguística.
De acordo com a hipótese “aprendizado- aquisição” de Stephen Krashen, o não-nativo é o ideal para um programa de ensino inspirado no aprendizado, que é o plano didático.
O professor não-nativo é capaz de traçar paralelos entre a L1 (língua nativa do estudante) e L2 (língua alvo). Ele consegue comparar e contrastar a L1 e L2 levando os estudantes a construir um aprendizado a partir da lógica da L1.
O professor nativo é ideal para proporcionar um aprendizado inspirado na aquisição, ou seja, na assimilação natural baseada na vivência da língua como língua nativa. O processo de aprendizado é mais intuitivo, sendo menos baseado em comparações com L1 e L2.
01.Consigo ler e entender o que as pessoas dizem, mas tenho problemas na hora de falar e escrever. O que posso fazer para melhorar?
Este é um dos problemas mais comuns de quem está estudando uma língua estrangeira. Ler e entender o que é falado, em geral, é mais fácil e não exige um esforço maior de produzir em outro idioma. Entretanto, comunicar-se de maneira simples, mas inteligível, não requer necessariamente gramática e vocabulário sofisticados.
Aproveite todas as oportunidades de usar a língua que está aprendendo e preste atenção ao que lê e ouve -muito do que produzimos em termos de vocabulário, gramática e pronúncia não é aprendido de maneira sistemática, com livros-texto e em salas de aula tradicionais.
02.O que posso fazer para desenvolver e praticar um idioma fora do horário das aulas?
Assista a filmes no cinema ou em vídeo e programas da TV a cabo, com ou sem legendas. As legendas podem ajudá-lo a compreender palavras novas e confirmar o que você acabou de ouvir. Se preferir eliminá-las, coloque um pedaço de fita crepe tapando uma parte delas; isso vai dificultar a leitura e você terá que prestar mais atenção ao que está sendo falado.
Ouça música, principalmente quando se tem acesso às letras. A repetição de palavras e estruturas pode ajudá-lo a "memorizá-las" (a pronúncia também pode se beneficiar disso) e é possível ir se acostumando a sotaques e maneiras de falar diferentes.
Leia sempre! Não apenas textos literários, mas também artigos variados de revistas, contos, entrevistas, manuais... Tudo pode ajudá-lo a adquirir mais vocabulário e a perceber estruturas gramaticais contextualizadas. Se o seu nível ainda é básico, várias editoras publicam livros em linguagem simplificada.
Use a internet para ler, ouvir e praticar a língua. Com certeza você encontrará websites com assuntos de seu interesse.
03.É uma boa idéia adquirir um dicionário e um livro de gramática?
Sim! Um bom dicionário e uma gramática com explicações, exemplos e exercícios podem acompanhá-lo por toda a vida.
Dicionários bilíngües são sempre úteis, mas um dicionário inglês-inglês é imprescindível, sobretudo para quem já tem pelo menos o nível intermediário.
As editoras geralmente publicam diversos dicionários e gramáticas e você também pode encontrar bons materiais na internet.
04. É preciso morar no exterior para falar bem uma língua?
Não necessariamente.
Você provavelmente já ouviu falar de pessoas que são fluentes em outra língua e nunca moraram no exterior, e outras que passaram anos fora e só conseguem se comunicar em um nível elementar. O que a vivência no exterior pode proporcionar é a oportunidade de ouvir e falar a língua 24 horas por dia e, mais importante, a possibilidade de estar em contato com uma outra cultura e trocar experiências.
05. É necessário ter certificados, como por exemplo os de Cambridge ou o TOEFL? Qual é a importância deles?
Muita gente estuda um idioma durante muito tempo, é fluente na língua, mas não se interessa ou não precisa de um certificado. No entanto, existem algumas vantagens que podem ser importantes para você.
- os certificados são preparados por instituições com reconhecimento internacional
- os exames são elaborados de maneira criteriosa e refletem bem o nível de conhecimento da língua do candidato
- alguns certificados, como o TOEFL e o IELTS, são exigidos pelas universidades americanas e inglesas para cursos de pós-graduação
- alguns certificados, como o CAE e o CPE, podem ser aceitos por instituições acadêmicas como prova de proficiência na língua
- diversas empresas levam em consideração os certificados de proficiência para admissão de novos funcionários e estagiários
- para muitas pessoas, a preparação para um certificado ajuda a estabelecer objetivos mais concretos para obter resultados na língua
- os exames, em geral, avaliam todas as habilidades do candidato -leitura, escrita, compreensão e fluência oral- ajudando a formar uma idéia mais completa do seu nível de conhecimento.
06. É possível aprender uma língua sem estudar em casa?
Quanto mais constante o contato com a língua, maiores as suas chances de se desenvolver nela.
Quem estuda uma ou duas vezes por semana e encontra um tempinho para fazer exercícios, ler, ouvir e praticar o que aprendeu em sala de aula vai revisar, consolidar e ampliar seus conhecimentos. É como praticar um esporte, tocar um instrumento ou pintar, por exemplo.
Você pode até aprender o essencial durante as aulas, mas cabe a você multiplicar esse contato ao máximo.
07. Quantas horas por semana de aula é o ideal para se aprender uma língua?
Isso pode variar de acordo com o seu nível de conhecimento e fluência na língua.
Em geral, alunos nos níveis mais básicos precisam de pelo menos duas aulas semanais de uma hora para consolidar e praticar o que aprenderam.
Pessoas com um nível bastante avançado muitas vezes preferem ter apenas uma aula para praticar o que sabem e, como já possuem um domínio e grau de independência maiores no idioma, encontram formas alternativas para "manter o inglês", como ler artigos em revistas, assistir a filmes e programas da TV a cabo, etc.
08. É essencial estudar gramática?
Quem já morou no exterior provavelmente vai se lembrar de ter aprendido a falar a língua do país sem se preocupar com a gramática. Isso funciona muito bem nessa situação, porque a pessoa está vivendo e praticando a língua 24 horas por dia.
A gramática dá estrutura à língua; sem ela, embora seja possível se comunicar de maneira rudimentar, é bem mais difícil aprender a lógica da língua. Aprender a gramática pode ser muito útil quando não estamos no país onde ela é falada, o que acontece na maioria das vezes.
Entretanto, a gramática não é um fim em si mesma, e não é a única coisa a se aprender numa língua. Um bom professor saberá dosar gramática, vocabulário, pronúncia, etc, e apresentá-la de maneira que você possa fazer dela um instrumento de comunicação.
09. Posso estudar gramática sozinho?
Em tese, sim. Um bom livro de gramática com explicações e exercícios com respostas pode ser bastante útil quando se estuda uma língua. Mas é bom lembrar que a gramática é apenas um dos componentes de um idioma, e saber comunicar-se com ela é fundamental. Para isso, o ambiente de uma sala de aula, onde você interage com outras pessoas, é não só mais divertido, mas também mais proveitoso.
Além disso, apesar de a grande maioria dos livros apresentar uma chave de respostas, muito poucos incluem comentários que possam auxiliá-lo a entender porque uma opção feita estava errada. Em sala, é sempre possível obter mais informações e uma orientação mais precisa de seu professor e colegas.
10. Existe algum problema em aprender duas línguas ao mesmo tempo?
Experiências mostram que aprender duas línguas ao mesmo tempo costuma ser bastante confuso para o aluno. Você certamente já viu casos em que crianças aprendem a falar duas línguas simultaneamente, mas essa é uma situação bem diferente de quando se estuda formalmente um outro idioma.
É possível, no entanto, começar a aprender uma nova língua estrangeira quando a outra já está consolidada e a probabilidade de interferência de uma na outra é menor.
11. Quais são os melhores sites de informação em inglês e francês?
A internet possui um acervo riquíssimo para se praticar uma língua. Muitos sites interessantes são feitos por empresas de informação, mas existem também outros elaborados por estudantes, aficionados e especialistas em diversas áreas.
A Viamundi selecionou alguns desses endereços para você, organizados em links.
Outra boa opção é utilizar sites de busca, como Yahoo ou Google, por exemplo.
12. Só quero aprender a ler, é possível?
Para algumas pessoas, a leitura é mais importante do que a fluência ou a compreensão oral em uma segunda língua.
É o caso de profissionais e estudantes que precisam estar sempre buscando informações em artigos para se manterem atualizados. Você pode estudar a língua com um enfoque maior na leitura, para fazer um bom uso instrumental dela, mas certamente será útil desenvolver as demais habilidades (escrita, fluência e compreensão oral), mesmo dando uma ênfase menor.
Aprender um idioma envolve bem mais do que uma habilidade sozinha pode proporcionar a você em termos de conhecimento!
DÚVIDAS SOBRE CURSOS
01.Não tenho certeza do meu nível de inglês. Como posso fazer um teste?
Para ter uma avaliação mais completa, é recomendável fazer mais de um tipo de teste que possa analisar com mais precisão a sua habilidade de entender e se comunicar.
02.Que materiais são utilizados nos cursos?
Os materiais variam de acordo com o tipo de curso:
- para os alunos de inglês básico a intermediário, os livros escolhidos são os da série English File (da Oxford University Press). O método é comunicativo e você aprende através de atividades práticas e dinâmicas. Além disso, são utilizados diversos materiais de complementação, como vídeos, jogos, CDRoms, exercícios extras, etc.
- No ACE não existe um livro-texto específico. O material usado inclui artigos de jornais, revistas e internet, vídeos, fitas, CDRoms, atividades de discussão e simulação, exercícios de gramática e vocabulário etc.
- Para o curso de Inglês para negócios, além das atividades extras, são adotados livros que enfatizam a comunicação e a prática da língua.O livro que geralmente utilizamos é o Market Leader
03.Posso começar meu curso a qualquer momento?
Os cursos do básico ao intermediário são semestrais.
No ACE, que possui uma estrutura mais flexível, você pode começar a estudar em qualquer época.
Para obter mais informações sobre início de novos cursos, envie uma mensagem utilizando o formulário à direita.
04. Qual a diferença entre um curso presencial e um semi-presencial?
Em um curso presencial, o enfoque principal está na sala de aula.
É o curso de idiomas tradicional, ideal para as pessoas que ainda estão em um nível básico, quando a presença de um professor é sempre mais requisitada.
O curso semi-presencial prioriza em sala de aula as atividades de conversação e interação, que funcionam melhor em grupo. Os textos para leitura, exercícios com chave de resposta e comentários e outras atividades são desenvolvidos fora do horário das aulas, em casa ou no trabalho. Além do contato com o professor e colegas em sala, existe também a interação à distância, via computador (chats, fóruns, grupos de discussão etc).
É uma boa opção para quem já tem um domínio da língua e não pode se deslocar até a escola com a mesma freqüência.
No entanto, quem escolhe esta modalidade deve ser disciplinado para estudar. Como o material é enviado por e-mail, o aluno deve ter acesso - mesmo que não seja permanente - à internet.
05. Gostaria de montar um grupo com meus amigos/colegas para estudarmos juntos. É possível?
É possível montar seu grupo de estudos com amigos, colegas de trabalho ou familiares, mas é necessário fazer uma avaliação para ter certeza de que todos têm o mesmo nível de conhecimento da língua.
Para mais informações sobre grupos especiais, entre em contato conosco utilizando o formulário à direita.
06. Como posso entrar em contato com meu professor fora do horário de aulas?
Você pode contactar seu professor por e-mail.
Você envia seus exercícios, dúvidas e comentários e recebe as respostas também via e-mail.
07. Não tenho acesso constante à internet. É possível fazer um curso semi-presencial mesmo assim?
Sim.
Mesmo sem acesso permanente à internet você pode fazer um curso semi-presencial.
Você só vai acessá-la para receber e enviar atividades e exercícios, mas poderá trabalhar normalmente offline (desconectado).
08. Existe algum pré-requisito para fazer cursos semi-presenciais e online?
Os cursos semi-presenciais foram desenvolvidos para alunos que já possuem conhecimento avançado do idioma.
É recomendável, mas não imprescindível, que você tenha um computador com conexão à internet (veja a resposta à pergunta 7).
O aluno que deseja fazer um curso semi-presencial deve saber como se conectar e usar a internet, enviar e receber mensagens via e-mail e trabalhar com um editor de textos (por exemplo, o MS Word).
Este é um curso cujo sucesso dependerá em grande parte da disciplina de estudo do aluno.
Em geral, são adultos que preferem aprender de maneira mais independente, seguindo seu próprio ritmo.
09. Não possuo e-mail. O que devo fazer para ter um?
Existem diversos sites na internet que oferecem e-mails gratuitos.
O procedimento é simples e todos oferecem explicações passo a passo e ajuda em caso de dúvidas.
Alguns sites que você pode escolher:
www.gmail.com
www.yahoo.com.br
www.hotmail.com
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